Estilo de vida espartano

Os Espartanos eram célebres pelo seu estilo de vida simples, frugal e minimalista. Comiam apenas o necessário, mantinham o corpo em forma de elite e não esbanjavam recursos.

O minimalismo real é infinitamente mais recompensador do que a vida de consumidor padrão. Viver como um espartano significa guiar pelo mínimo necessário e recusar a indulgência excessiva. O resto é gula e fraqueza.

Tirar o lixo da tua vida é simples: passa pente fino pelos teus bens e vende ou oferece tudo o que não seja absolutamente vital. Começa pequeno. No momento em que limpas a tralha, sentes uma libertação tão violenta que vais querer repetir o processo.

Depois, olha para o teu extrato bancário. Descobre onde estás a queimar dinheiro de forma estúpida e corta sem piedade.

  • Gastas 30 ou 40 euros por mês no barbeiro ? Compra uma máquina e rapa o teu próprio cabelo.
  • Comes fora ou mandas vir jantares a toda a hora? Passa a ir ao mercado e cozinha a tua comida. A comida de restaurante, no geral, é lixo processado que te deixa gordo e frouxo. Cortar isto é uma vitória dupla: para o bolso e para o físico.
  • Tens uma prestação de 400 euros por um carro XPTO? Vende-o e compra um chaço a pronto pagamento que te leve do ponto A ao ponto B. Pagas uma renda absurda só para impressionar os outros? Muda-te para um sítio mais barato.

Toda a gente já passou por isto: a agonia de chegar ao fim do mês com a corda ao pescoço para pagar o carro, o cartão de crédito, o teto acima das possibilidades. Tudo para acumular tralha que não aumenta a tua felicidade nem um milímetro. Esse lixo é como uma pedra atada às tuas costas, a esmagar-te o espírito dia após dia. Desfaz-te do fardo e vais sentir que consegues respirar outra vez.

Como Criar um Negócio à Espartana

Imagina dois cenários:

Cenário A: O gajo que odeia o emprego , quer ser independente e sonha em ter o seu negócio. Mas ele olha para as contas, para as prestações do carro, para os cartões de crédito e conclui: “Não posso. Não consigo gerar dinheiro suficiente logo no primeiro mês para pagar isto tudo”. Então, ele cede. Continua a arrastar-se para um emprego que lhe consome a alma só para manter o ciclo de consumo que o acorrenta.

Cenário B: O homem que quer, mais do que tudo, criar o seu próprio império. Ele tem exatamente as mesmas contas e a mesma tralha do primeiro gajo. A diferença? Este homem está disposto a sangrar. Ele vende o carro financiado e compra um velho a dinheiro. Cancela os cartões e jura nunca mais se endividar. Corta a televisão por cabo e usa esse dinheiro para liquidar dívidas pendentes. Vende os aparelhos eletrónicos supérfluos, muda-se para um estúdio barato, cozinha as suas próprias refeições.

Toda a sua energia e recursos são canalizados para o seu negócio . Ele está-se a lixar para o iPhone do ano — ele sabe que isso é ruído. É duro? É um inferno. Mas cinco anos depois, este homem está virtualmente reformado. O seu negócio fatura em piloto automático e ele vive a vida nos seus próprios termos.

Enquanto isso, o primeiro gajo, que teve medo de arriscar porque “tinha contas para pagar”, continua a acordar cedo para ir para o mesmo emprego miserável, a comprar o mesmo lixo supérfluo, a viver uma existência cinzenta.

É difícil largar a ilusão de um salário seguro quando tens despesas? Claro que é. Mas será mais difícil do que passar o resto da vida dependente da boa vontade de um patrão?

Isto é viver como um espartano .

Se ganhas 25.000€ por ano num emprego e tens 20.000€ em despesas fixas de consumo, porque não destruir essas despesas, gerar 15.000€ por ti próprio e viver com o triplo da liberdade e da paz de espírito?

Elimina a palha e vive com o que realmente precisas, e não com o que a publicidade te enfiou pela garganta abaixo.

Simplifica a tua vida . Tudo se torna mais fácil.

Pela Vontade Suprema,

Carlos Coelho

Só Para os Que Executam.

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